Confira cinco dicas para quem quer estudar fora do Brasil

Texto Redação | Foto Shutterstock

Muitos estudantes brasileiros sonham em conquistar uma vaga e estudar em uma universidade no exterior. Contudo, o que eles não sabem é que, para isso, é necessário passar por uma série de etapas para conseguir um bom resultado. O processo para ser aceito em um curso de graduação nos Estados Unidos exige o cumprimento de uma série de requisitos, algo bem diferente do vestibular nacional. “Todos os candidatos, inclusive os norte-americanos, submetem-se ao mesmo processo. E os aspectos considerados para ser aceito nas universidades dos EUA passam por múltiplas avaliações relacionadas ao desempenho acadêmico durante o ensino médio, a fluência em inglês – avaliada a partir de uma prova específica – e portfólio e talento, no caso das escolas de artes”, comenta Daniela. Abaixo, a especialista enumera dicas para que os candidatos estejam devidamente preparados para estudar em uma universidade nos Estados Unidos:

1 – BUSCAR E CONHECER O PERFIL E OS CAMPI DAS UNIVERSIDADES:
Antes de saber se deseja mesmo estudar fora do Brasil, é necessário que o estudante encontre a universidade com melhor estrutura e ponto de localização. Esses pontos são fundamentais, pois o aluno estrangeiro vivenciará a cultura de outro país e precisa atentar para facilidades de moradia e locomoção. A posição geográfica da universidade influenciará diretamente a carreira daquele aluno, em oportunidades de estágio, promoção do networking e ganhos socioculturais. Além disso, o aluno precisa fazer uma pesquisa para saber o que a cidade escolhida tem a oferecer, se as instalações serão apropriadas para ele e se, futuramente, haverá possibilidades de emprego na área na qual estará atuando. Também é importante que o candidato preste atenção nos equipamentos oferecidos pela faculdade. Hoje, arte e tecnologia estão intimamente conectadas, e estudar em uma universidade que ofereça ferramentas para o aluno exercer a sua criatividade e alcançar patamares mais altos fará toda a diferença em sua carreira.

2 – PLANEJAMENTO, DEDICAÇÃO E PORTFÓLIO:
Para ser aprovado em uma renomada universidade, é preciso dedicação à elaboração do portfólio, dinâmica que pode garantir não apenas a vaga em uma das opções de ensino superior da entidade, como também uma chance de obter bolsa de estudo. Na SVA, por exemplo, o portfólio é composto por 15 a 20 melhores projetos do aluno, incluindo pinturas, esculturas, ilustrações, animações, trabalhos digitais e fotografias. Para os alunos que desejam cursar cinema, é preciso apresentar, em seu portfólio, um clip/reel, ou uma redação de duas partes, adaptando termos de cinema.

3 – FIQUE ATENTO PARA NÃO PERDER OS PRAZOS (CALENDÁRIO) AMERICANOS:
Antes de tudo, é crucial deixar todos os documentos pedidos em ordem, pois a falta deles pode significar a entrada negada nos Estados Unidos, ou na universidade. Depois, deve-se lembrar de que o ano letivo oficial nos EUA começa em setembro e, em alguns lugares, há turmas que começam no início de janeiro. Então, fique atento aos prazos de inscrições da universidade em que deseja ingressar. Quem tiver interesse em estudar na SVA deve acessar o site e ficar atento aos prazos que a universidade oferece: http://www.sva.edu/admissions/undergraduate/admissions-timeline.

4 – BOLSAS DE ESTUDO:
Para quem não tem condições de arcar com todos os gastos, algumas universidades apresentam um sistema de bolsa de estudos. A SVA, por exemplo, oferece uma bolsa de estudos de até 50% na mensalidade para aqueles candidatos que apresentam um alto nível de desempenho durante a seleção, ou seja, nesse ponto, será avaliado o histórico acadêmico do aluno. Para isso, ele deve apresentar boas notas, com uma média geral acima de 8,0 durante o Ensino Médio, e um portfólio que se destaque perante os dos concorrentes, além da fluência no idioma inglês.

5 – INGLÊS FLUENTE:
Está mais do que claro que, para estudar em uma universidade no exterior, é essencial de que o estudante fale inglês fluentemente, já que este é um dos principais pré-requisitos para passar na prova e conquistar um espaço na universidade. O inglês já não é algo a mais no currículo de um estudante, ele se tornou mais do que necessário. Uma forma de comprovar a fluência dos candidatos internacionais é por meio de testes padronizados que a escola aceita. TOEFL e IELTS são os mais prestados pelos candidatos brasileiros. A pontuação mínima do TOEFL (Test of English as a Foreign Language) é de 80 de 120 questões. Já a pontuação para o IELTS (International English Language Testing System) é de 1 a 9, com pontuação mínima de 6,5.